Como usar o filme “O fotógrago de Mauthausen” na Redação do ENEM

Esse é um dos filmes que me solicitaram absurdamente pelo direct.
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É um filme de 2018 em cartaz na Netflix, baseado em fatos reais, sobre a Segunda Guerra Mundial e a violência sofrida pelos judeus nos campos de concentração.
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Na Redação, eu não usaria como um argumento de desenvolvimento, mas sim na Introdução, num contexto histórico, claro, dependendo do tipo do tema.
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O personagem principal lutou durante a Guerra Civil da Espanha e acabou sendo preso e levado para o Centro de Concentração de Mauthausen. Tudo está acontecendo durante a Segunda Guerra Mundial e para usufruir das habilidades daqueles que estavam no local, ele acaba sendo designado para ser o fotógrafo responsável por registrar os momentos.
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Sendo obrigado a servir em Mauthausen, o fotógrafo passa por situações complicadas, onde acompanha a maldade de cada militar ali presente, porém um plano surge quando descobre que Terceiro Reich perdeu para o exército soviético na batalha de Stalingrado. Ele junto com outros amigos decidem esconder as fotografias para procurar justiça, mas nem tudo corre como o esperado.
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Então, caso queira usar esse filme, indico usá-lo como contextualização histórica e não como argumento principal dentro da Redação. É o tipo de filme que você pode citar na Introdução e voltar com ele na Conclusão pra validar ainda mais a ideia.
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Nome: O fotógrago de Mauthausen) (El fotógrafo de Mauthausen)
Duração: 01:50 min
Gênero: Drama | História | Biografia
Elenco principal: Mario Casas
Direção: Mar Targarona

EXEMPLO DE REDAÇÃO

Com a ascensão de Juscelino Kubitschek ao poder, a política de abertura da economia brasileira entrou em ação mais vigorosamente do que em qualquer outro episódio da história do Brasil . Nesse cenário, a entrada de automóveis no Brasil como produtos de consumo foi cada vez maior. No entanto, o governo não tomou como prioridade a fiscalização das estradas do país e uma prática nociva tornou-se comum: beber e dirigir.

Recentemente , o governo implantou a Lei Seca , visando diminuir os efeitos dessa prática. Nesse contexto, cabe analisar os aspectos positivos da aplicação dessa Lei , e como ela pode ser melhorada. Em função da implantação da Lei Seca , segundo pesquisas da UFRJ, os números de acidentes fatais no trânsito relacionados ao alcoolismo caíram drasticamente desde o começo de 2013. Devido a essa evidência a tese de Thomas Hobbes – “a intervenção estatal é necessária , como forma de proteger os cidadãos de maneira eficaz” – é corroborada.

Nesse caso, por meio da Lei Seca , através do exame do bafômetro e da aplicação de multas a motoristas alcoolizados, a intervenção protegeu a população de maneira vital : salvou milhares de vidas. Ademais, uma questão muito subjetiva é tratada e trabalhada pela nova legislação: a empatia. É muito presente , ao longo da história das civilizações, a ocorrência de casos nos quais alguns decretos e leis contribuíram na construção de uma sociedade mais ética e virtuosa. Em decorrência disso, a implantação e a propaganda da Lei Seca , ao estimularem o motorista a não beber antes de dirigir, podem também levá-lo a pesar as consequências de seus atos: desrespeitar a lei , nessa situação, pode custar a vida de outrem.

Assim, acidentes advindos do alcoolismo no trânsito poderão ser evitados, não só pelo medo da punição, mas também pela via da consciência ética. Destarte , fica claro que a Lei Seca ajuda tanto regulamentação do trânsito, quanto na formação moral do cidadão brasileiro. No entanto, a forma de tratar os que desrespeitam a lei pode ser mudada. Ao invés de aplicação de multas, o governo federal poderia buscar parcerias com ONGs interessadas e implantar um programa de reeducação social para os infratores. Cursos de conscientização, aliados a trabalho voluntário em comunidades carentes poderiam servir como orientação pedagógica para quem costuma beber e dirigir. Assim o trânsito no Brasil poderá tomar as formas de uma dinâmica mais ética e segura para todos.

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